Pobres versos,
estes
Que se dispersam
E se perdem,
Apartados do
poema.
Como flores
castradas,
Acabam coisa
qualquer
Em floreiras
e jarras,
Ou mortas ,
murchas
Na beira das
estradas.
Francisco
Costa
Rio,
04/05/2014.
Aqui é o cantinho onde me desnudo, e livre das roupas das convenções, da preocupação de me mostrar palatável, politicamente correto, em média com o próximo, me dou inteiro, sem predicados e adjetivos, nos meus versos, nos meus poemas, na minha literatura. Bem vindo. Espero que goste.